Integração e inclusão do surdo
SUMÁRIO v
RESUMO vii
1. INTRODUÇÃO 1
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 6
CAPÍTULO I 6 2.1. COMO ENTENDER A SURDEZ 6 ASSUNTO PESQUISADO 8 OPINIÕES DOS ORALISTAS 8 2.1.1. DEFINIÇÃO DE SURDEZ 9 2.1.1.2. COMO E O QUE É SER SURDO 11 2.1.1.3. AS PESSOAS SURDAS E O CONTATO COM AS OUVINTES 13
CAPÍTULO II 15 2.2. A HISTÓRIA SOCIAL DA LINGUAGEM 15 2.2.1. A REPRESENTAÇÃO SEMIÓTICA 17 2.2.1.2. PENSAMENTO E LINGUAGEM DA CRIANÇA SURDA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES 18 2.2.1.3. A AQUISIÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM NAS CRIANÇAS SURDAS 20 2.2.2. SURDEZ E LINGUAGEM ORAL 22
CAPÍTULO III 25 2.3. A CRIANÇA SURDA E AS CONDIÇÕES DE SEU ACESSO À LÍNGUA ORAL E À LÍNGUA DE SINAIS 25
3. METODOLOGIA 29 3.1.ANÁLISE CRÍTICA 29
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS 30
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 31
RESUMO
1. INTRODUÇÃO
A escolha recaiu no tema ‘A integração e a Inclusão do Surdo’, porque, a educação dos surdos, durante todo o transcurso de sua história na moderna sociedade industrial tem como característica mais marcante a disputa entre os defensores de sua oralização e os que defendem o uso de um sistema de representação próprio, qual seja, a língua de sinais.
As possibilidades de uma educação diferenciada para os sujeitos surdos baseadas no reconhecimento de uma língua própria da comunidade têm trazido, como se sabe, grandes polêmicas e discussões infindas que, de alguma forma, reproduzem o que, historicamente, tem ocorrido: a disputa entre os defensores da oralização e os defensores da língua de sinais.
Os que defendem a oralização, o fazem calcados na perspectiva de uma integração abstrata, criticam os defensores da língua de sinais com base na impossibilidade de uma integração efetiva, na medida em que os surdos não dominam a língua usualmente utilizada pela maioria esmagadora das pessoas de um país ou de uma comunidade lingüística, quer sejam elas integrantes das elites econômicas e culturais, quer sejam