O retrocesso dos direitos sociais
Nos anos 1980, a severidade econômica e a ideologia dominante no mundo capitalista mudaram .O Keynesianismo cada vez mais rejeitado pelas classes dominantes e sendo substituído pelo neoliberalismo , com a eleição de Tatcher em 1979, na Grã- Bretanha , logo depois Ronald ,em 1980 nos Estados Unidos , surge a nova severidade , conhecida de monetarismo , onde passou a ser aplicada sobre a forma de políticas econômicas que reconheciam como objetivo único combater a inflação mediante equilíbrio orçamentário e políticas monetárias estritas . Depois alguns países fizeram o mesmo.
O neoliberalismo é conexão contrario ao Estado de bem-estar, por que os valores individualistas são incompatíveis com a própria noção de direitos sociais. Este antagonismo pode ser visualizado melhor quando é comparando o keynesianismo e o monetarismo no que se refere ao desemprego. Keynes se esforçou para mostrar que grande parte dos desempregados era involuntariamente, sobretudo em época de crise ou depressão, estando disposta a trabalhar pelo salário vigente e ate mesmo por menos. Deixando claro que o desemprego é uma chaga social que deve ser evitada por políticas que estimulam o crescimento. Já Milton Friedman, um dos teóricos do monetarismo, refutar Keynes , tentando demonstrar que todo desempregado é voluntariamente .
O movimento operário sentiu duramente o golpe e tentou reagir, exigindo a volta das políticas keynesianas, mas o seu próprio enfraquecimento pelo desemprego contribuiu para que suas demandas não fossem atendidas. A soberania do neoliberalismo durante os anos 80 e 90 não conseguiu elimina os direitos sociais já conquistados, mas impediu que novos fossem obtidos. O agravamento da situação de emprego contribuiu no aprofundamento das diferenças sociais. O desemprego em massa somado as formas precarizadas de trabalho reduziu drasticamente a cobertura dos direitos sociais, o que explica a forte sensação de que o Estado de bem-estar se