Trabalho Literatura Livro
É citado Ênio Manuel de Figueiredo, um autor de peças teatrais que não tiveram muita aceitação entre os intelectuais e o público português. Mas é ressaltado que os assuntos tratados por ele eram muito interessantes, e que um melhor tratamento dramático poderia resultar em grandes obras.
É explicado que a citação de Figueiredo ocorreu pela lembrança do título de uma de suas obras: Poeta em anos de prosa. O autor conta que este título o faz pensar que “há títulos que não deviam ter livro”, afinal, em si já concentra muito significado. Enfim, analisa que este tema ocorreu-lhe em reflexo aos pensamentos do capítulo anterior, em que debate sobre o romantismo dos tempos em que vive.
Retornando à sua viagem, relata a chegada à ponte de Asseca.
Faz considerações sobre a origem do nome, possivelmente de um ditado português, “foi de seca a Meca”.
Comenta a passagem de Junot, militar francês, por aquela região durante a Guerra Peninsular. Daí relembra sua afinidade, desde pequeno, com Napoleão Bonaparte, líder francês a quem Junot servia.
O autor relembra, então, sua ida à França, ainda jovem, atrás das ideias liberais e de suas conversas com a Duquesa de Abrantes.
Após tanto remendar pensamentos, volta à realidade de sua viagem e da beleza que encontra no vale de Santarém.
Capítulo 10 – Resumo
O vale de Santarém é elogiado pela sua beleza, harmonia e serenidade, sendo comparado ao próprio Éden.
Ao avistar uma janela em meio às árvores o autor surpreende-se por sua aparência ornada e antiga. Imagina quem poderia viver ali, qual vista do pôr-do-sol se tem da janela, e de quem seria um vulto por detrás da cortina branca. Vulto? Crê que esteja vendo coisas… Mas considera que a aparição de uma mulher na janela, junto aos rouxinóis que iniciam um canto, dá um belo quadro romântico.
Faz considerações sobre a semelhança entre a mulher apaixonada e o homem poeta, ambos com uma visão diferente do mundo, capazes de extrair o que há de melhor numa paixão,