Enologia
A história do vinho na França, apesar de confundida com a história do vinho na Europa, tem várias referências sobre à produção do vinho na França no Império Romano, com forte incidência no Norte da França.
Durante a Idade Média, as ordens clericais – com especial importância para os monges – manterão viva a arte de fazer vinho, e logo depois foi ganhando um maior desenvolvimento quando o Segundo Estado passou a ter interesse pela produção de vinho.
Sendo referência mundial na produção de vinhos, a França fica atrás da Espanha em áreas de vinhas plantadas. Mas é onde se encontra as áreas mais cobiçadas. Por possuir uma grande variedade de vinhos, a França pode ser considerada o melhor país vinícola. No país, o vinho é considerado alimento – até mesmo pela legislação – e está totalmente inserido nos hábitos cotidianos de seus habitantes.
A França possui certa de treze regiões vinícolas, em Bordeaux, é onde a Merlot e a Cabernet Sauvignon exalam excelência, assim como fazem a Pinot Noir e Chardonnay na Borgonha, Syrah em Cotes du Rhône, Chenin Blanc e Sauvignon Blanc no Vale do Loire, os espumantes em Champagne.
A vinicultura existe na França à mais de 2000 anos. A partir de 1905, é que o governo começa a tomar um maior controle sobre a produção e regulamentação no país, tendo o processo se firmado em 1935 com a instituição do Institut National des Appellations d’Origine (INAO), que é quem fiscaliza e regulamenta a produção de vinhos na França. Seu consumo per capita está hoje ao redor de 60 litros anuais, uma enorme redução se comparado aos 150 litros da década de 50. A produção geral anual, alcança os estratosféricos 53 milhões de hectolitros (1 hctl= 100 ltrs) o que equivale a cerca de 7 bilhões de garrafas, das quais cerca de 1.2 milhões são de cognacs e similares. Isto significa que a produção atingiu cerca de 5.8 bilhões de garrafas na safra de 2005, de acordo com os dados estatísticos divulgados pela INAO, dos quais cerca de 38%