alienação parental
Revolta, vingança, traição, frustração... Eis o inicio da alienação parental.
As crianças muitas vezes pagam pelas irresponsabilidades dos pais, ouvem historias irreais, acreditam em versões falsas, apenas para satisfazer o genitor guardião. O mesmo inventa encontros para que as crianças se conscientizassem de que o pai ou a mãe não tinha interesse por elas, mas não sabiam que o outro nem imaginava tal encontro.
A revolta muitas vezes era maior, quando o genitor ainda tinha esperança na conciliação do relacionamento, e então descobre que o pai já tem uma outra parceira, (porque o pai? Na maioria dos casos da alienação parental é dada por parte da mãe, mas há casos em que o pai é o alienador), então a raiva passa a ser maior, o sentimento de traição faz com que a mãe/pai resguarde e restrita os encontros entre pai/mãe e filho.
Há casos em que o pai tem acesso à criança, mas a mãe foge, inventando doenças, para que não acontecessem tais encontros, ou então relata á psicólogos, promotores que a criança sofre abusos quando estão com os pais.
O desejo de vingança é tanto que, a mesma não mede conseqüência para tamanha mentira, e acabam perdendo a noção e não pensam que se tal mentira for descoberta ela perde completamente a razão e o principal, a guarda da criança.
Quando a criança tem um encontro racional com o pai/mãe
Claro que o encontro de forma civilizada, muitas vezes vai acontecer depois de adultos e a curiosidade daquela criança (hoje já crescida e amadurecida) que mora dentro do filho quer saber o que aconteceu com aquele pai que esteve ausente, a mesma não entende por que houve a separação se a mãe que sempre esteve presente era tão maravilhosa.
A verdade ou a versão contada pelo pai é ouvida de forma racional, e entendem que o pai sempre teve interesse por eles, porem a mãe evitava os contatos e descobrem que o péssimo marido que a mãe julgava, era um ótimo pai.
A criança depois de adulta percebe a injustiça cometida pela