alienação parental
Débora Ap. O. Leo
Lylian Silva
Alienação Parental
“ A morte inventada
Gustavo Lago-Psicologia forense
Nova Lima
Fevereiro de 2014
Alienação Parental
Os Lides Forenses desenvolveram questões de quando um casal se divorciarem e eles tiverem filhos, é o dever deles de não causar nenhuma lesão psicológica para o menor.
Houve um tempo que homens e mulheres casavam e somente era permitidos a união estável e os mesmo não era permitido se divorciarem; ate que surgiu a Lei de Divórcio em 2002.
A partir desta Lei, vieram às discussões sobre a convivência dos filhos com o genitor que deixou o lar, mais segundo o art. 1.632 na lição de Maria Helena, ambos os genitores têm os direitos iguais sobre os filhos.
Segundo o art. 1.634, é obrigação dos pais darem ao menor educação, criá-los e guarda – lós na companhia e se caso o genitor responsável pela guarda do mesmo vier a óbito, e o outro genitor não tiver condições de exercer as obrigações familiares, o responsável tem que deixar um testamento nomeando uma pessoa responsável pelo menor até os dezesseis anos e após essa idade eles devem acompanhar a vida do menor.
Os genitores usam os filhos no meio de discussões para um atingir o outro, crendo que o mesmo ajudará a retomar a relação totalmente destruída, assim abalando o menor psicologicamente
No art. 227, relata que é obrigação da família, da sociedade e do estado a garantir que o menor tenha o direito de vida, educação etc. Já os filhos maiores têm o dever de cuidar dos pais na enfermidade, na velhice e na carência, relatados no art. 229.
Segundo o Estatuto, todas as crianças e adolescentes tem os direitos fundamentais á pessoa humana e que é o dever da família, assegurar com prioridade todos os direitos referente a vida em geral. Toda criança e adolescente que for tratada com crueldade, opressão, o responsável será punido na Lei. Esses deveres são tanto dos pais de sangue como os pais substitutos guardar a