O adolescente e o ato infracional
A mente humana é como a terra fértil. Quando a mente recebe pensamentos de harmonia, amor e paz geram sentimentos de afetuosidade, alegria e tranqüilidade. Se recebe pensamentos de ódio, inveja e agressividade, gera sentimentos de violência e tristeza.
A violência que assola o mundo tem deixado todos atônitos e em busca de um inimigo que possa ser dizmado para que a paz volte a reinar. O último elemento do alicerce humano é o resultado da pratica de todos os outros elementos.
A ação correta, o amor, a paz e a verdade geram a não violência, o que significa alcançar o mais alto estágio do crescimento espiritual: o amor universal e o conhecimento da verdade.
Quando se fala em trilhar o caminho do bem, surge a seguinte pergunta: como saber se o caminho escolhido é realmente o melhor ou certo? A mente “limpa” e pensamentos agressivos têm mais capacidade de discernimento porque gera sentimentos de paz e tranqüilidade, deixando o jovem livre para utilizar sua intuição. É a intuição que está no coração do jovem, que indica o melhor caminho a seguir.
A sociedade moderna vive um paradoxo que afeta pessoas de todas as camadas sociais, praticamente no mundo todo.
Nunca houve tanta informação e ao mesmo tempo, parece que fatos básicos, elementares, sobre coisas que se supõe sejam de conhecimento geral, são passados por despercebido. Por isso, a família e o livro, junto com o professor em geral, desempenham um papel fundamental na prevenção e salvação no esclarecimento, da solução deste assunto relevante – o ato infracional.
A ótica que culpabiliza no cenário mundial um pólo da questão, segue a mesma linha de raciocínio para a situação de risco pessoal e social de adolescentes que cometeram o ato infracional, ou seja, facilmente eles são rotulados e estigmatizados, seja pelo preconceito social, ou pelo desconhecimento da lei que os ampara, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Estatuto da Criança e do Adolescente
Desde sua