A reabilitação e reconstrução da vida social de mulheres em presídios.
2012
SUMÁRIO
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1 INTRODUÇÃO
Na sociedade atual, o alto índice da violência e da criminalidade tem provocado o aumento do número de prisioneiros. E está cada vez maior o número de mulheres que vivem em prisões. (CANAZARO, 2010). Segundo CANAZARO (2010) é diversa as situações que levam mulheres ao cárcere. A conduta criminosa pode estar associada a muitos fatores que podem ser genéticos, econômicos, culturais, biológicos, e psicológicos.
Considerando as diversas situações que as levaram aos presídios, as causas de suas detenções são curiosas compreender como acontece, e se acontece, uma reconstrução social de suas vidas a partir do momento em que passam a ter sua vivência dentro dos presídios. (CANAZARO, 2010). Certo que a vivencia dessas mulheres muda inteiramente, pois elas estão num ambiente que as afasta da sociedade e do “mundo lá fora”, longe de suas atividades, família, e até do trabalho, ainda que limitadas pela situação de cárcere, as mulheres necessitam de alguns cuidados psicológicos tanto quanto físicos. (CANAZARO, 2010).
É importante que haja um processo pelo qual a mulher presa possa reaprender a viver e se adaptar na sociedade, superar os traumas causados pelo período de detenção e também reaprender bons hábitos, para quando deixar o presídio possa prosseguir com sua vida social, sem voltar ao cárcere. (CANAZARO, 2010).
2 OBJETIVOS
2.1 OBJETIVO GERAL
Nosso objetivo visa a importância de se avaliar a atuação do psicólogo que trabalha na área do setor judiciário, perante a questão de mulheres mantidas em cárcere. Visando sua melhor condição, através da reintegração social, para retornarem ao convívio fora da prisão.
Analisar as atividades que presídios femininos oferecem perante a necessidade de reestruturação e reconstrução da vida social de