A escola do design
1. A formação da estratégia deveria ser um processo deliberado de pensamento consciente. A ação deve fluir da razão, as estratégias efetivas derivam de um processo de pensamento extremamente controlado. Por exemplo, em outra publicação Andrews sugeriu que os gerentes só “sabem realmente o que fazem” se pensam em suas estratégias da forma mais “deliberada” possível. Neste sentido, a criação de estratégia não é uma atitude natural, nem intuitiva, e sim adquirida: deve ser aprendida formalmente.
2. A responsabilidade pelo controle e conhecimento deve ser pelo dirigente principal da organização: essa pessoa é o estrategista. Definitivamente, para a escola de desenho existe somente um estrategista: a pessoa que se encontra no topo da pirâmide organizacional. Por esse motivo Andrews associou todo o processo voltado para o CEO, pode-se observar que através dessa premissa os outros membros da organização são relegados a um papel de subordinados na formação de estratégia e que também se exclui qualquer participante externo do processo (exceto acionistas, que segundo Andrews, devem também analisar a estratégia).
3. O modelo de estratégia deve manter-se simples e informal. O prefácio do livro de Harvard contém a seguinte citação “A idéia de estratégia corporativa constitui uma simples teoria de profissionais, uma espécie de projeto conceptual acessível para todos”. Esta opinião contém a idéia de que a elaboração e formalização minavam a essência do modelo. Na realidade essa premissa é completada do seguinte modo: assegurar que a estratégia seja controlada apenas por uma pessoa é uma forma de manter a simplicidade do processo.
4. As estratégias devem ser únicas: as