Sociologia violência
TRABALHO DE SOCIOLOGIA
SP
2010
Introdução
O caso do garoto de apenas 2 anos que tinha, aproximadamente, 50 agulhas espalhadas pelo corpo chocou moradores da cidade de Ibotirama (BA) e do Brasil inteiro. Após investigação da policia, descobriu-se que o próprio padrasto introduzia as agulha no corpo do menino através de um ritual de magia, como forma de vingança contra a sua mulher, pelo fato deles brigarem muito e tinha como objetivo matar a criança.
O Caso
A criança foi levada pela mãe ao hospital de Ibotirama, no oeste baiano, no dia 9 de dezembro. Chorava muito. Sem um diagnóstico evidente, os médicos pediram uma radiografia.
"A equipe ficou surpresa. Repetimos o exame, pensando que era problema do raio-X. ninguém pensava que alguém tivesse capacidade de fazer isso em alguém de 2 anos", disse o médico Gilmar Calazans.
As imagens não deixavam dúvidas: o corpo da criança tinha sido perfurado por 50 agulhas de costura.
O padrasto confessou a violência. Segundo a polícia, disse que era tudo um ritual e que duas mulheres o ajudaram. Uma delas é Maria dos Anjos Nascimento, a Bia, de 56 anos. À polícia, ela disse que faz trabalhos religiosos. A outra é a lavradora Angelina dos Santos. Magalhães diz que é amante dela, o que ela nega.
As duas estão presas temporariamente. Negam participação e dizem que a acusação de Magalhães é absurda.
Por causa da revolta da população de Ibotirama, a polícia decidiu transferir Magalhães de cidade. Pouco antes de ser removido, explicou à reportagem do qual era seu objetivo: matar a criança.
"Foi ideia de louco mesmo colocar essas agulhas nele. Eu colocava na perna e na barriga dele. Na hora, ele estava dopado. Ia matar a criança. Pobre do coitado", diz o padrasto do menino. "Eu brigava direto com minha mulher. Passava 15, 20 dias de mal com ela e começava a fazer essa palhaçada besta de matar o menino",