Separação dos Pais
Nosso trabalho é sobre separação dos pais na adolescência e as consequências que isso pode gerar.
Na sociedade ocidental entre 1960 e 1970, as famílias deviam permanecer inalteráveis, mesmo com os conflitos ocorridos. Até uma revisão feitas nas pesquisas da época mostra que havia um déficit onde o divórcio era encarado com um evento traumático, pressuposto de que a saída de um dos pais implicaria em uma série de consequências nos filhos, e também um pouco da própria resistência da sociedade em manter um modelo de família intacta. Mas nas ultimas décadas a estrutura famílias vem mudando e com as separações conjugais abrindo novas configurações familiares.
Dados do IBGE apontam que em 2005 foram registrados 717.650 de casamentos e 150.714 divórcios. No mesmo ano o total de filhos desses casais separados foi de 227.580. Fora os casos não oficiais ocorridos.
Síndrome da Alienação Parental
Quando na separação conjugal, a parte detentora da guarda do menor, tenta corroborar a imagem do ex-cônjuge, criando assim confusões de sentimentos negativos no adolescente.
O alienador age da seguinte forma, exclui o convívio do outro com o filho, denigre a imagem, planta falsas memórias, dificulta as visitações em muitas vezes se recusa que outro genitor fique sozinho com o filho, amedronta o adolescente.
As consequências..
Durante a separação os adolescentes enfrentam: o tempo de separação, as características de personalidade de cada adolescente, o nível de conflito entre pais e a qualidade parental. A personalidade e psicopatologia dos pais também são bastante consideradas na influencia nesse processo.
Na separação os filhos sofrem com o medo, consciente ou inconsciente da perda do contato com uma das partes parentais e com isso é comum a depressão, raiva contra o genitor e sua família, mal desempenho escolar, onde a menina se ajusta melhor do que os menino, agressividade.
Além disto, os adolescentes estão propensos a:
*Depressão, síndrome do pânico,