Separação dos pais e reação dos filhos
A recém-separação dos pais pode (ou não) causar “danos” em seus filhos. A questão é: quais são os fatores que influenciam nas piores reações dos filhos diante disso?
As principais problemáticas são: os problemas financeiros que a família pode ter após a separação, o ajuste da criança na sociedade (como traumas), sintonias entre os pais (após a separação), conflitos interpessoais e a melhor reação que o filho tem diante do pai ou a mãe (guarda compartilhada).
Entretanto, todos sabem que uma má reação diante disso é a mais comum, mas esse estresse possivelmente traumático (mais na criança e/ou no adolescente) pode ser diminuído se os pais estão mais presentes na vida de seus filhos, ou seja, tanto o pai quanto a mãe deve observa-lo, como por exemplo: se o filho for mal à escola, brigar excessivamente com os seus amigos, estiver “diferente” tanto fisicamente quanto psicologicamente, depressão, ansiedade pior rendimento acadêmico, podem afetar também seu futuro.
Um divorcio harmônico é a melhor maneira de amenizar tantos problemas, pois isso deixa seus filhos mais confortáveis diante da separação. Tudo o que os pais falam ou fazem podem atingir o filho.
A paternidade, é um ponto bastante polêmico durante e após a separação. Em 80% dos casos, os filhos preferem a guarda da mãe e o pai não atua diariamente na vida dos filhos. Na maioria dos casos, o pai cumpre seu papel apenas na parte financeira do relacionamento. O sexo (pais dão mais atenção aos filhos do sexo masculino), a idade, o dia da guarda, a quantidade de filhos, são critérios importantes que interferem na relação.
Estudos comprovam que crianças com pais separados ou divorciados, tendem a ter uma grande variedade de problemas cognitivos, emocionais e sociais, não somente durante a infância, mas também na idade adulta. E que essa “vida dupla” com duas casas, dois núcleos familiares, duas rotinas, pode influenciar diretamente o psicológico dos filhos e fazer com que