Ressonancia magnética
Há mais de 5.000 anos , de acordo com a lenda, um imperador chinês chamado Hoang-Ti , tinha uma estatueta preta no formato de uma mulher montada sobre um pivô na frente de sua carruagem , não importava a direção que a carruagem estivesse indo, a estatueta apontava para um sentido (sul).
Esta foi a primeira menção feita a respeito do uso de imã ou magneto.
Os primeiros encontros do mundo ocidental com os imãs aconteceram na Ásia menor, perto de uma região chamada magnésia. Pedras-imã ou magnetitas, um tipo de minério magnético de ferro , foram encontradas ali. A lenda diz que um pastorinho grego descobriu a misteriosa propriedade das rochas quando seu bastão de ponta de ferro grudou em uma delas, a atração era tão forte que ele não conseguiu soltar o bastão. Os habitantes da área eram chamados
Magnetas , e por isso as pedras ficaram conhecidas como magnetitas.
A capacidade de um imã de atrair e repelir objetos foi descrita no primeiro século D.C. pelo romano Lucrécio Cero : “O ferro pode ser atraído por aquela pedra que os gregos chamam de magneto em seu nome nativo, porque teve sua origem nas fronteiras hereditárias dos Magnetas ... Algumas vezes também o ferro é afastado por essa pedra; porque ele costuma voar para longe dela e outras vezes segui-la.”
Através dos séculos , os imãs foram usados principalmente como bússolas, sem entender bem como ele funcionava. Alexander Necham ( 1157 – 1217 ) , foi um dos primeiros a descrever o uso do imã como um instrumento de navegação , pensava que o poder vinha do céu. Outros criaram varias teorias até a definição atual.
O físico escocês James C. Maxwell ( 1839-1879) formalizou a relação entre campos elétricos e magnéticos . A partir de seus estudos surgiu a teoria eletromagnética da luz. Hoje nós entendemos que essas correntes atômicas ou elétricas em fios metálicos são fontes básicas de campos magnéticos.
Princípio do magnetismo
Toda a matéria é composta de átomos com três