Industria do Pescado
José Ronaldo Tononi
Introdução
Industrialização
Tecnologia do pescado
Fornecedores
Referê ncias
Bibliografia
Sites na internet
1 - INTRODUÇÃO
Ao longo de seu vast o lit oral, j unt am ent e com os inúm eros rios que cort am seu t errit ó rio, o Brasil concent ra um a das m aiores reservas de peixes do m undo. Paradoxalm ent e, est am os ent re os países de m enor consum o de pescados. Diversos fat ores cont ribuem para a exist ê ncia dest e quadro, t ais com o o alt o cust o do t ransport e, encarecendo o produt o final; há bit os alim ent ares que supervalorizam a carne bovina em det rim ent o de out ros alim ent os, et c. Porém , a t endência do m ercado é a de expandir- se cada vez m ais. O consum o vem aum ent ando, apesar de concent rar- se m elhor no lit oral, ou em regiões onde o peixe de á gua doce é abundant e. Novos post os de venda est ã o sendo abert os e m uit os em preendedores t em se int eressado por est e ram o ( sej a a nível de pesca, piscicult ura, t ransport e ou com ercialização) . Alé m disso, o consum idor está conscient e das propriedades dos pescados que com põ em um grupo de alim ent os alt am ent e nut rit ivos, rico em proteínas, sais minerais e vitaminas diversas. alé m de apresentar baixos teores de gordura.
Out ro aspect o que est á se dest acando é a crescent e profissionalização do set or, deixando cada vez m ais distante a imagem da carroça do ambulante ou do peixe embrulhado em j ornal. Apesar da sazonalidade, o mercado vem respondendo satisfatoriamente, embora pescados ainda não estej am totalmente incorporados aos hábitos alimentares do brasileiro. As vendas de pescado costumam estar atrelados ao preço da carne bovina. Contudo no período da Quaresma, culminando na Sexta-feira da Paixão, o nível de consumo sobe de maneira altamente significativa.
Todas a classes sociais são consum idoras de pescados, em bora est e ainda não sej a um há bit o t ot alm ent e incorporado no país. Muit as pessoas ainda t em fort e