Fordismo
O Fordismo foi marco para a industrialização, um período que ocorreu na metade do século XX e teve início com a massificação da produção e consumo, pelos elevados recursos de mecanização,racionalização e estandardização implícitos para o desenvolvimentos para linhas de montagem, pelo grande foco na indústria de automóveis e petroquímica, por sofisticadas técnicas de regulação do trabalho e pela crescente intervenção, direta e indireta, do estado para a atividade econômica.
Isso tudo começou quando Henry Ford iniciou a produção do primeiro carro em série fabricado que foi o Ford T em 1929, e era o único carro produzido para cidadãos com baixa renda salarial, o porquê disso é que a produção era simples rápida e barata pelo fato dos carros serem todos iguais (mesma cor modelo e motor), assim sairia mais barato.
Em 1935 muitas empresas montadoras tanto nos EUA e na Europa conseguiram deixar sua produção barata assim tendo–se uma concorrência e assim surgindo o período do Pós-Fordismo.
Carros de linha de montagem antiga
Carros de linha de montagem atuais
Pós-Fordismo
O pós-fordismo teve início a partir dos anos 70, ao nível de organização do trabalho e dos paradigmas tecnológicos aplicados a produção entre outros fatores. Diferentes ideias surgiam com o objetivo de classificar estas transformações (especialização flexível, toyotismo, capitalismo tardio e etc...) , entre elas quem se deu ao sucesso foi pós-fordismo para a literatura especializada por ser uma noção aberta à plasticidade de um processo multidimensional e em permanente atualização.
Isto propõe-se a interrogar lógicas e dinâmicas destes dois paradigmas, os contextos que presidiram à sua afirmação, as mudanças que estiveram na sua origem e os conflitos a que dão forma.