EXPERIMENTO N 1 2011
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO química experimental VI
EXPERIMENTO Nº1
AFERIÇÃO DE APARELHOS VOLUMéTRICOS
Professor Responsável: Edcarlos
Alunas:
Edna Ferreira da Silva Rodrigues - RA: 0910122009
Erika Lira Kawamura - RA: 0910122011
Leidyene Bastos Silva - RA: 0910122013
Valkíria Soares Lázaro - RA: 0910122004
6º Período
UbERABA/MG
18/11/2011
Título: Aferição de Aparelhos Volumétricos
Objetivos
Verificar os procedimentos para limpeza, manuseio e calibração de aparelhos volumétricos de vidro.
Introdução
Medidas de Volumes
A medida correta de volumes é fundamental para o sucesso do trabalho no laboratório de química.
Para a medida de volumes, há dois tipos de instrumentos graduados e aferidos. Os aferidos medem um único volume e são em geral mais precisos. Os graduados, porém, permitem medir vários volumes, e um deles, a bureta é de alta precisão.
De um modo geral, para medidas aproximadas de volumes de líquidos, usam-se provetas, enquanto, para medidas precisas, usam-se pipetas, buretas e balões volumétricos, que constituem o chamado material volumétrico. Os aparelhos volumétricos são calibrados pelo fabricante e a temperatura de calibração é 200C.
Aparelhos volumétricos: a prática de análise volumétrica requer a medida de volumes líquidos com elevada precisão. Para efetuar tais medidas são empregados vários tipos de aparelhos, que podem ser classificados em duas categorias:
Aparelhos calibrados para dar escoamento a determinados volumes: neste caso estão incluídos as pipetas graduadas e as buretas.
Aparelhos calibrados para conter um volume líquido: aqui estão incluídos as pipetas e os balões volumétricos.
Aparelhos volumétricos são calibrados pelo fabricante e a temperatura padrão de calibração é 20°C. Logo, qualquer leitura realizada fora dessa temperatura acarreta erro (utilizam-se tabelas para fazer as correções).
A medida de volume do