Declaração Mundial sobre a Educação para todos
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Os documentos fazem referência ao Direito à Educação. Compreendendo-se que os textos declaram a educação com um direito de todos, buscando um plano de ação que satisfaça o princípio básicos necessários de aprendizagem. Um aprender, que esteja ligado aos processos de mudança pessoal. Uma educação que objetive mudanças de atitude, de conduta, formas de racionar e a instrumentos que permitam ao sujeito educativo o domínio e o desempenho no seu mundo social. No artigo da Declaração Mundial sobre a Educação para todos, que trata de universalizar o acesso, a educação e promoção da qualidade, as colocações nos remetem a inclusão social. É um processo pelo qual uma sociedade se adapta para incluir às pessoas até então marginalizada que procuram capacitar-se para participar na vida da sociedade. O grande destaque no processo de inclusão está na Conferência Mundial de Educação para todos de 1990. A partir daí foram avaliados situações que mostravam o grande número de crianças e adolescentes que estavam fora da escola, dos que frequentavam, mas não aprendiam e dos que não eram aceitos por aprenderem necessidades educativas especiais. Houve grandes avanços a partir da década de 90 em todo mundo inclusive no Brasil em setores como escola, empresas, área de lazer, possibilitando a participação plena das pessoas deficientes com igualdade de oportunidades junto a população em geral.
Todavia existem graves deficiências na vida educacional tornando-se necessário uma restruturação para que se possa acolher uma diversidade humana representadas por pessoas com deficiência físicas, mentais, sensoriais e outras. Comparando-se os textos em questão é óbvio que o Documento histórico para o novo século permitiu que as vozes das pessoas fossem ouvidas. A Declaração aprovada por dirigentes mundiais, mediante uma convergência de opiniões ante os desafios que solicitava uma ação.
Tinham como objetivo reduzir pela metade o percentual de pessoas que vivem à margem da pobreza,