As duas faces do stress e como combatê-lo nas organizações
AS DUAS FACES DO STRESS E COMO COMBATÊ-LO NAS ORGANIZAÇÕES
Arcos, janeiro de 2010.
1 INTRODUÇÃO
O estresse vem sendo cada vez mais difundido entre estudiosos principalmente quando falamos em estresse ocupacional, pois o trabalho está sendo considerado o maior causador da doença. Algumas empresas têm a necessidade de se reestruturar para trabalhar com o tema e tentar recuperar o funcionário produtivo e sadio em seu ambiente.
Diante da necessidade das empresas de terem funcionários trabalhando cada dia mais horas e mais arduamente, encontramos cada vez mais um número maior de funcionários com sintomas de stress.
Tem se a sensação de que o stress sempre é maléfico, mas há controvérsias. Existem estudiosos que afirmam que o stress é bom, outros que é péssimo e há ainda os que dizem que ele é neutro, nem bom nem ruim, e que na medida certa se torna algo positivo. Além de todos estes temas citados acima, é importante relatar o que são os agentes estressores que causam a doença do indivíduo para que se possa usar as ferramentas adequadas para combatê-lo nas organizações.
2 REFERÊNCIAL TEÓRICO
2.1 Estresse
O estresse tem sido considerado como o mal do século e freqüentemente é apresentado de forma parcial e distorcida. França e Rodrigues propõem que estar estressado é o estado do organismo, após o esforço de adaptação, que pode produzir deformações na capacidade de resposta atingindo o comportamento mental e afetivo, o estado físico e o relacionamento com as pessoas. (FRANÇA; RODRIGUES, 2005, p.30)
Para Robbins o estresse é uma condição dinâmica na qual um indivíduo é confrontado com uma oportunidade, limitação ou demanda em relação a alguma coisa que ele deseja e cujo resultado é percebido, simultaneamente, como importante e incerto. (ROBBINS, 2005, p. 438)
Para Lorch (2010) estresse é definido como uma reação do organismo com componentes físicos e/ou psicológicos, causada pelas alterações psicofisiológicas que ocorrem