12 anos de escravidão
O drama é baseado no relato de Solomon Northup, um músico negro livre que em 1841 vivia no estado de Nova York e é atraído por uma proposta de trabalho em Washington, capital americana, onde é sequestrado e vendido como escravo por um traficante de pessoas que se chama Freeeman. Tem seu nome trocado, e passa de dono em dono, sendo que o último deles, Edwin Epps o conduz com violência física e psicológica. Rapidamente, Northup compreende que para sobreviver, deve renunciar a sua identidade, e enquanto busca uma oportunidade para escapar, observa o modo como compatriotas negros são tratados. Ele cria um vínculo com Patsey, jovem escrava que é objeto de amor do seu dono, Epps, e por isso atrai o ódio da esposa deste.
Levando em consideração a legislação que possuímos hoje em dia, podemos observa nessa história muitos direitos que foram violados, a começar pelos arrolados no artigo 5º, caput da Constituição Federal: Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança, e à propriedade.
A violação a esses direitos fica muito explicita no filme, pois eles fazem distinção entre a pessoa negra e a branca, onde somente o negro poderia ser privado de sua liberdade e ser conduzido à condição de escravo.
Podemos observar também que o inciso III do artigo 5º da Constituição federal é violado neste caso, pois segundo este inciso “ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante”. No filme a violação a isto se dá em vários momentos, principalmente quando os escravos eram chicoteados por não atingirem uma quota mínima imposta por seus donos em relação