O novo modelo de gestão de pessoas
1. Introdução
Atualmente, temos a possibilidade de acompanhar indicadores de qualidade sobre o ambiente de trabalho das empresas, e a partir dos resultados desse tipo de pesquisa, podemos entender que há uma grande relação entre os esforços corporativos para a criação de um ambiente de trabalho agradável e o sucesso financeiro. Não se pensa apenas no espaço físico do escritório, mas principalmente na motivação, no engajamento e no bem-estar mental dos colaboradores. Planejar a área de Recursos Humanos ou Gestão de Pessoas tornou-se fundamental para a organização, pois em uma economia globalizada onde o mercado exige qualidade em produtos e serviços, onde os processos de mudanças são constantes e rápidos, as organizações têm que evoluir neste assunto. Por este motivo não há mais espaço para organizações que seguem modelos de gestão de pessoas antiquadas, que crêem que as verbas destinadas para os processos relacionadas a pessoas são custos e não um investimento que trará resultados positivos.
Este artigo tem o objetivo de demonstrar que partindo deste princípio a área de Recursos Humanos ou Gestão de Pessoas deve buscar modelos que integre o ser humano as novas percepções da organização e os seus processos de reestruturação. A idéia agora é fazer com que as pessoas trabalhem com muito foco, por um período de tempo menor, gerando mais resultados, através de consultoria interna e trabalhando no resultado de pesquisas de clima organizacional, que identificam a cultura da empresa e como agir diante de tantas mudanças. Não há a necessidade de grandes investimentos, mas sim, de uma preocupação verdadeira sobre como os funcionários podem deixar a mostra o melhor de suas competências. Isso quer dizer que todas as empresas, independentemente do seu porte, podem estabelecer políticas de gestão de pessoas que possam conciliar o bem-estar físico, financeiro e mental.
E neste processo podemos perceber o destaque nas pessoas como fator