Um conto sem fadas
(A branca de neve e os sete anões).
Essa não é uma história comum que começa com era uma vez, afinal esta está modificada, e conta a história de uma garota normal, que sem intenção viveu um conto de fadas.
Clarisse era uma jovem de cabelos negros pele branca tal como a neve, e os lábios rubros. Acreditava ser mera coincidência, até a estória dos famosos irmãos penetrarem no rumo de sua vida.
Eram 8h00 numa manhã de terça-feira, e o despertador de Clarisse soou anunciando que era à hora de se aprontar para o tão odioso trabalho, junto da desprezível e onipotente chefe de seu setor. Vestiu sua farda de costume, era uma simples e invisível estagiaria, na empresa sua maior função era servir café aos clientes e aos detentores dos cargos mais influentes.
Caminhou pela rua as presas devido ao atraso que lhe palpitava a mente. Ao chegar se deparou com a odiosa mulher descendo as escadas sob um salto alto, vestes deslumbrantes quais destacavam os cabelos louros impecavelmente alinhados em um coque, a mulher era tão esbelta que tantas mulheres a invejavam pela tal, embora muitas não soubessem o que aquela mascara da perfeição escondia: Um coração frio e invejoso, e a pergunta: O que ela invejava? Ou quem? Ela, exatamente ela, a morena da pele neve e lábios vermelhos e naturais, Clarisse.
_Está atrasada Clarisse! Como sempre! Descontarei de seu salário por causa disso, se bem que acho que você não merece um salário pelo trabalho inútil que vem fazendo. – Disse em um suposto comprimento enojado a jovem estagiaria.
_Me desculpe, Srta Wicked! – Murmurou a jovem cabisbaixa.
_Agora suma da minha frente! E faça alguma coisa de útil!
Clarisse balbuciou algo inaudível, e se retirou da frente da onipotente chefe. Helena Wicked respirou fundo e sorriu satisfeita com tal atitude e tornou a pegar o elevador rumando a sua sala. Arredou a porta e se sentou em sua cadeira se vislumbrando em um pequeno espelho, apanhou e telefone e discou para seu consultor