SAUDE
10/12/2014 18h04
Estudo aponta que 960 mil potiguares possuem doenças crônicas
Dados são da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), do Ministério da Saúde.
Hipertensão, diabetes, colesterol, coluna e depressão têm prevalência.
Hipertensão está entre problemas mais graves (Foto: Divulgação / Prefeitura de Santos)
Um estudo do Ministério da Saúde e do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) aponta que 40% da população adulta do Rio Grande do Norte, o equivalente a 960 mil pessoas, possui pelo menos uma doença crônica não transmissível. Os dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) revelam que essas enfermidades atingem principalmente o sexo feminino (45,2%). São 584 mil mulheres e 376,2 mil homens (33,5%) portadores de enfermidades crônicas. No Brasil, o índice atinge cerca de 40% da população, o equivalente a 57,4 milhões de pessoas.
As doenças crônicas não transmissíveis são responsáveis por mais de 72% das causas de mortes no Brasil. A hipertensão arterial, o diabetes, a doença crônica de coluna, o colesterol (principal fator de risco para as cardiovasculares) e a depressão são as que apresentam maior prevalência no país. A existência dessas doenças está associada a fatores de risco como tabagismo, consumo abusivo de álcool, excesso de peso, níveis elevados de colesterol, baixo consumo de frutas e verduras e sedentarismo.
O estudo classificou ainda a presença das doenças crônicas por região, mostrando que o Sul e o Sudeste obtiveram os maiores índices – com 47,7% e 39,8%, respectivamente. Em números absolutos, isso significa 10,3 milhões de habitantes do Sul e 25,4 milhões do Sudeste. O Centro-oeste é a terceira região com maior prevalência – 4 milhões de pessoas (37,5%), seguido do Nordeste e o Norte, com 36,3% e 32% dos habitantes – sendo 14 milhões de nordestinos e 3,4 milhões dos