Prática jurídica 2010
REQUERENTE, MÁRIO SABIÁ, brasileiro, comerciante, casado, portador da Carteira de Identidade nº 2010 - SSP/MS, inscrito no CPF sob o nº 123.45.678-09, residente e domiciliado na Rua das Casas, n.º 70, Bairro Monte Azul, em Campo Grande, CEP. 79.100.001, no Estado de Mato Grosso do Sul, por seu procurador infra-assinado, com escritório profissional nesta Cidade, na Rua da Estácio, nº 100, Bairro do Laboratório, CEP. 79.100.010, onde recebe intimações, vem à presença de V. Exa., propor a presente
AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR PERDAS E DANOS MATERIAIS E MORAIS C/C PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA
pelo rito ordinário, em face do REQUERIDO, BANCO LUCRO CERTO, com sede em Campo Grande, na Rua da Grana Alta, nº 171, bairro dos Bancários, CEP 79.100.100, no Estado Mato Grosso do Sul, inscrito no CNPJ sob o nº 05.270.558-0022 – 01, pelos fatos e fundamentos que passa a expor:
DOS FATOS
No dia 10 de dezembro de 2.010, o requerente emitiu o cheque n.º 123/321, no valor de R$ 100,00 (cem reais), em pagamento aos préstimos de alguns petiscos e bebidas consumidos em um confraternização com amigos no Restaurante Bom Gosto. O requerente mantém uma conta junto ao requerido - Banco Lucro Certo, Agência n.º 171, na cidade de Campo Grande-MS, há vinte anos.
Entretanto, no dia 29 de dezembro de 2.010, o requerente recebeu um telefonema do gerente do Banco Lucro Certo, pedindo-lhe que efetuasse um depósito, uma vez que sua conta encontrava-se “descoberta”, com saldo negativo, em razão do Banco haver utilizado, além do saldo em conta, a quantia de R$ 1.00,00 (hum mil reais) de seu cheque especial, para cobrir o cheque por ele emitido no valor de R$ 2.100,00 (dois mil e cem reais).
Qual não foi a surpresa do requerente ao perceber que dado cheque vultoso não possuía o mesmo numerário emitido dias atrás pelo pagamento de consumo