Prestação de serviços com transporte escolar
CONTABILIDADE NA HOLANDA
PORTO VELHO
2012
LIDIANE TAVARES FAÇANHA
CONTABILIDADE NA HOLANDA
Trabalho apresentado a Professora Jacira Lima da Graça da disciplina “Contabilidade Internacional”, do Curso de Ciências Contábeis – 6º Período.
PORTO VELHO
2012
INTRODUÇÃO
Segundo Nobes (1983), a Holanda surge como um país independente, desvinculado da influencia anglo-saxônica e do modelo da Europa Continental.
O código comercial Holandês (1987) é o primeiro documento contemplando exigência para escrituração contábil e preparação de balanços para os que exerciam atividade comercial.
Em geral a Contabilidade na Holanda é influenciada pela legislação societária e pela profissão contábil, não sendo relevante a influencia da legislação fiscal.
A estrutura empresarial da Holanda é constituída por dois tipos de companhias: Abertas e privadas. Existem outras formas jurídicas que são as cooperativas, sociedades limitadas, civis, firmas individuais, dentre outros.
As companhias holandesas são classificadas em grandes, médias e pequenas empresas e o nível de exigências quanto ao financial reporting varia de acordo com o seu tamanho. Essa classificação leva em consideração três variáveis: montante das vendas, ativo total e quantidade média de empregados.
O NIVRA não publica padrões de contabilidade ou guias de orientação e recomendações, participa como membro integrante do Conselho para Relatórios Anuais e, tem limitada influencia para editar normas e padrões contábeis.
Os padrões de auditoria, editados pelo NIVRA, são, em essência similar ao Padroes Internacionais de Auditoria. O auditor deve, tendo o conhecimento de sua ocorrência, tornar publico casos de fraudes detectados durante a realização dos seus trabalhos, que não tenham sido ajustados pela companhia.
Os princípios holandeses são: realização, prudência, competência, continuidade e avaliação individual.
De uma forma geral a influencia externa