PET
O Brasil produziu 270 mil toneladas de plástico PET em 2001. A demanda mundial é de cerca de 6,7 milhões de toneladas por ano.
Atualmente, o maior mercado para o PET pós-consumo no Brasil é a produção de fibras para a fabricação de cordas (multifilamento), fios de costura (monofilamento) e cerdas de vassouras e escovas. Outra parte é destinada à moldagem de autopeças, lâminas para termo-formadores e formadores à vácuo (manequins plásticos), garrafas de detergentes, mantas não tecidas, carpetes e enchimentos de travesseiros. É possível reprocessar o polímero para a retirada de resinas alquídicas usadas na produção de tintas. O mercado mundial de embalagens PET produzidas com material reciclado está em expansão. Os exemplos são as garrafas de bebidas em multi-camadas e as remoldadas a partir de flocos limpos de PET, além das bandejas de frutas (lâminas de duas ou três camadas moldadas) e dos suportes para embalagens de biscoitos.
Nos EUA e Europa, os consumidores podem comprar refrigerantes envasados em PET contendo 40% de material reciclado.
Essa aplicação deverá crescer com o avanço da reciclagem química deste material - tipo de plástico que pode ser despolimerizado, ou seja, pode ter a sua condensação revertida, recuperando os polímeros básicos que lhe deram origem.
O consumo e a reciclagem de garrafas PET, no Brasil, têm aumentado consideravelmente. Em 1994 o consumo que era de 1,8 bilhões de garrafas aumentou para 8,4 bilhões em 2001 e a reciclagem que em 1994 era de 290 mil garrafas passou para 1,5 milhões em 2000.
Quanto é reciclado? 33% da resina PET produzida no Brasil foi reciclada em 2001, totalizando 89 mil toneladas. As garrafas recicladas provêm de coleta através de catadores, além de fábricas e da coleta seletiva operada por municípios.
Os programas oficiais de coleta seletiva, que existem em mais de 200 cidades do País, recuperam por volta de 1000 toneladas por ano. Além de garrafas descartáveis, existem no mercado