Idealismo Na teoria das relações internacionais, o idealismo se refere à escola de pensamento que, na história diplomática dos Estados Unidos, se desenvolveu com base nas idéias de Woodrow Wilson. Teve influência nos pensadores do Iluminismo europeu, como Kant, e que se contrapõe fortemente ao realismo político. A primeira formulação de uma teoria liberal das relações internacionais ocorreu no imediato pós-Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e foi sintetizada nos 14 pontos da proposta de paz de Woodrow Wilson, em 1918. O idealismo liberal pretendia entender as causa da guerra e prescrever formas de evitar outro conflito de amplas proporções. Foi a figura chave por trás da liga das nações, fundada durante a Primeira Guerra Mundial para manter a paz internacional. É considerado o pai do idealismo, lutou por uma Alemanha livre e com condições para um desenvolvimento econômico e democrático. Principal impulsionador da Sociedade das Nações, projeto que só não falhou por completo porque muitas das estruturas da SDN foram utilizadas futuramente na ONU e pelo fato de ter resolvido alguns pequenos conflitos entre nações na Europa e na América do Sul. Foi Wilson quem redigiu o tratado dos 14 pontos que determinou as diretrizes para a paz, e foi o embrião da Liga das Nações, o primeiro esforço diplomático global. O contratualista Jonh Locke, também contribui para a forma de estudo da relações internacionais. Toma-se como fio condutor as disposições de Locke acerca da Lei Natural, formação da comunidade civil e o poder federativo civis dos cidadãos quanto pela Lei Natural. Tem à sua frente outros objetivos como a refutação da ideia de soberania absoluta e governo hereditário. A relações internacionais fazem parte do Estado de natureza, porém isso não implica na ausência de legalidade (direito e deveres) entre as comunidades políticas. O contratualista dizia que todos os homens, ao nascer, tinham direitos