Gestão Paternalista
Uma empresa com gestão paternalista fundamenta seus valores em cima da religião que se acredita e de como trata os seus parentes, consequentemente esse tratamento reflete em seus funcionários como se fossem também da família oferecendo um bem estar na empresa, o que não se espera no momento de conflito e que essa relação seja estremecida e interfira no âmbito profissional causando insegurança, desanimo e muitas vezes colocando em dúvida a capacidade do funcionário.
No entanto, é importante traçarmos alguns conceitos que possibilitem compreender o que é uma empresa familiar, pois existem diferentes visões a cerca desta definição.
Segundo Grzybovski (2002), a empresa familiar corresponde a um estereótipo da instituição de capital fechado, de modelo burocrático, com pouca transparência administrativa e financeira, e um sistema de tomada de decisões centrado na figura da pessoa que representa o poder, para onde concentram as regras que seguem os integrantes da família na empresa.
A família e a empresa são duas unidades distintas e muitas vezes não é possível fazer uma separação entre elas. Porém, para o sucesso pessoal e empresarial é necessário tentar definir com mais precisão o papel de cada instituição, pois ambas possuem interesses próprios e muitas vezes conflitantes causando confusão para os seus funcionários, que ficam sem entender o qual procedimento seguir e qual obedecer. Pois diante de uma gestão que se subtende que o autoritarismo fala mais alto, indiferente do conhecimento das suas demandas, torna-se precário o funcionamento de pequenos trabalhos operacional.
Para Grzybovski (2002), a empresa e a família são consideradas instituições antagônicas e estão envolvidas num jogo no qual necessariamente existe um que ganha enquanto o outro perde, em constante demanda, às vezes encoberto outras escancaradas. Porém, empresa cresce amparada pelo sentimento dos familiares de que devem se envolver com o trabalho funcional