fichamento A História Repensada
Vivemos a ideia de ausência de Deus. Desconstrução da palavra e o mundo;
Palavra e mundo e palavra objeto continuam separados, a verdade é uma figura retórica que não vai além de sim;
Questionamento sobre se a história se na história existem fatos históricos ou só interpretações. Problemática entre fato e interpretação;
Os historiadores tem a ambição de descobrir não apenas o que aconteceu, mas também como e por que aconteceu e o que as coisas significam;
Mesmo que existam métodos para descobri “o que aconteceu”, não existem métodos de afirmação dos fatos;
Muitas vezes o historiador supõe a interpretação através dos fatos;
A palavra parcial só tem sentido se usado em oposição à imparcialidade;
Parcialidade historiográfica aparece no empirismo;
A história pode ser outras coisas além de empírica;
Na história não existe nenhum critério não-posicionado com grau de parcialidade;
Historiadores podem olhar a mesma fonte e produzir relatos diferentes;
A ideia de parcialidade quando usada deve ser aplicada de maneira específica e localizada;
Devemos questionar se a empatia é realmente possível;
Segundo o autor existem duas razões filosóficas e duas práticas para que a empatia seja impossível
Não há fontes “mais profundas” para saber a verdade das coisas. Tudo está na superfície;
Na prática fazemos estudos comparativos;
Se não tivemos a ideia de que a história se faz nos estudos das fontes primárias e que estudar história é apenas com essas fontes poderemos ter problemas com outros historiadores;
A crença de que a ciência constituía a caminho para a verdade;
Resistência dos historiadores em mostrar que a história é uma ciência e não algo artístico.