Educação
O fundamento da história tem como base o ser humano; sendo o seu corpo o primeiro patrimônio que irá interagir com a Natureza. Essa interação gera uma consciência que propicia a produção da vida material. A partir desse novo modo de vida, é determinada uma nova relação entre indivíduo e nação. Estas relações são dirigidas no nível de desenvolvimento produtivo, no estágio que se encontra a divisão do trabalho e nas relações internas e externas de cada um. Em cada época se é adotada uma forma de propriedade. A propriedade privada, a qual vigora atualmente, é resultado da classe produtiva burguesa, que instiga uma consciência no processo produtivo do indivíduo. No período feudal, a propriedade se desenvolve por duas vertentes; a propriedade imobiliária ligada ao campo e ao trabalhador servil, e a propriedade corporativa agregada aos trabalhadores artesãos. Esses indivíduos criam a própria realidade, condicionados ao trabalho escravocrata e a força produtiva decorrente de um processo histórico. O progresso desses fatos representa a evolução humana. Para que essa história fosse construída foi necessário que o homem se respaldasse na satisfação de suas necessidades básicas como: comer, morar, vestir-se entre outras. Mas após essa primeira satisfação criam-se novas necessidades em produzir instrumentos que facilitem o seu dia a dia. Esses movimentos são considerados o primeiro e o segundo fato histórico. O terceiro fato histórico é a reprodução, consequentemente a geração de famílias que iram se relacionar socialmente. Com o aumento da população, aumenta-se também a produção e a necessidade dessa sociedade que se desenvolve no trabalho material, e na ação intelectual. A partir desse momento se opera a divisão do trabalho em material e ação intelectual. A divisão do trabalho e a consciência social do homem geram contradição entre os interesses individuais e os interesses coletivos. É justamente esta contradição, entre