Cobre - Escala Industrial e Laboratório
O cobre é um dos metais mais antigos, é usado pelo homem a mais de 6 mil anos. Em vésperas da 2ª guerra mundial, representava um terço do peso da produção de metais não ferrosos. Logo descobriram que o cobre era um metal muito diferente; mole, fácil de trabalhar, não lascava, e quanto mais se batia nele, mais duro ficava. O cobre era um metal que dava para ser trabalhado a frio e através disso começaram a produção de uma série de produtos feito de cobre pelo mundo a fora.
No começo eram brincos, colares, pulseiras, vasilhas, taças, ferramentas e armas... O cobre é um metal não ferroso e não magnético, e depois da prata é o melhor condutor de eletricidade e calor, tendo muitas qualidades, além de ser dúctil, é maleável, e também pode ser laminado a frio ou a quente. O metal cobre não se altera em contato com o meio ambiente, ou seja, não se oxida, porém, em contato com a umidade do ar muito lentamente forma uma camada esverdeada chamado azinhavre, onde acontece a seguinte reação:
2Cu(s) + O2(g) + H2O(g) + CO2(g) → Cu2(OH)2CO3(s) formando o diidróxicarbonato de Cu-II, mas conhecido como azinhavre, este processo acaba mostrando que esse metal não é perfeito. Uns de seus problemas, é que é um metal caro, e isso é devido sua escassez e dificuldade de ser encontrado na natureza, há apenas 0,007% em toda terra, por isso ele vem sendo substituído em muitos casos pelo alumínio.
Mesmo assim, o cobre tem características especiais que fazem dele um metal excelente para determinadas aplicações, como por exemplo: na produção de componentes de radar, caldeiras, radiadores, junta para automóveis, peças para ar condicionado, geladeiras e etc...
É um dos poucos metais que, em estado puro, sem formar liga, tem funções técnicas importantes. O cobre eletrolítico é empregado em todos os casos onde se necessita de grande condutibilidade térmica e elétrica.
O Brasil tem jazidas de cobre no Rio Grande do Sul, São