O aborto deve ser permitido? É a discussão de um assunto conhecido, complexo, polêmico, delicado e de difícil solução: o aborto. Na real o que é o aborto? O aborto é a morte de uma criança no ventre de sua mãe produzida durante qualquer momento da etapa que vai desde a fecundação até o momento que antecede o nascimento. Mas existem dois tipos e vamos pautar pelo segundo Aborto Espontâneo quando a morte é produto de alguma anomalia ou disfunção física ou psicológica, não prevista nem desejada pela mãe, ou seja, o embrião é “expulso” do corpo da mãe naturalmente sem a vontade dela. Aborto Provocado (que é o que costuma ser entendido, popularmente quando se fala simplesmente de aborto) quando a morte do bebê é procurada de maneira: doméstica, química ou cirúrgica. Os defensores do aborto inclusive os movimentos feministas procuram encobrir sua natureza alegando uma interrupção voluntária da gravidez ou sob conceitos como direito da mulher à sua autonomia e à integridade de seu corpo, pelo direito de decidir o que fazer com o ele. Este argumento pode ser refutado, pois isso implicaria que seria moralmente permissível abortar até pouco tempo antes do nascimento. Afinal, no nono mês a criança ainda está no ventre da mãe. As feministas podem agora aceitar esta conclusão, ou rejeitá-la. Digamos que elas aceitem este caso. Ficariam com a dificuldade de explicar porque é que não poderiam matar uma criança recém-nascida. Afinal, poderiam matá-la minutos antes do nascimento, mas depois de nascida não? No caso, onde a mulher pode decidir o que fazer com o seu corpo, refuta as feministas rejeitando a conclusão de que é moralmente permissível abortar no nono mês. Nesse caso, terão de nos dizer a partir de que altura é que o feto, ainda na barriga da mãe, começa a ter o direito à vida. Independentemente de como escolham responder a este problema, uma coisa é certa: ao admitir que não seja moralmente permissível abortar no nono