Ética (relativa, absoluta), liberdade e valores morais A discussão sobre algumas questões relativamente importantes foram feitas com vigor na sala de aula, por meio de discussões, apresentações, temas esses que abrangem e questionam inúmeros aspectos das decisões pessoais e organizacionais e de suas relações com a sociedade. Sabemos que a ética reflete os valores vigentes na sociedade como um todo ou em grupos específicos, estabelece a conduta apropriada. Trata essencialmente das relações entre pessoas, portanto, é uma questão de qualidade das relações humanas concomitantemente ligada a liberdade, principalmente a liberdade de expressão, de imprensa, já que são desejos/suportes vitais para a democracia, sempre tão discutidos. Podemos citar como exemplo, à maneira como as pessoas devem tratar umas as outras, seja no âmbito familiar, profissional, social, escolar; as relações da empresa com seus funcionários, entre outros, para que haja um equilíbrio e o bom funcionamento social, possibilitando que ninguém saia prejudicado. No sentido prático, a finalidade da ética e da moral é muito semelhante. São ambas responsáveis por construir as bases que vão guiar a conduta do homem, determinando o seu caráter, altruísmo e virtudes, e por ensinar a melhor forma de agir e de se comportar em sociedade. Orientam cada indivíduo, norteando as suas ações e os seus julgamentos sobre o que é moral ou imoral, certo ou errado, bom ou mau. A ética absoluta e relativa parte de princípios diferentes, na ética relativa sua conduta depende da situação, do estado puramente atual, os valores são condicionados a este tempo e espaço, são criados conforme seja necessário ou oportuno, na ética absoluta sua conduta parte de qual situação, de que as normas soa validas em todas a situações. Dessa forma, uma preocupação constante no debate sobre ética e moral se dá no sentido de evitar a violência em todas as suas possíveis expressões (física ou psíquica), bem como o caos social,