A Relação entre o som e a cor no cinema
DELA NAS PRODUÇÕES CINEMATOGRÁFICAS.
Análise sobre a projeção sinestésica no telespectador.
Tarcísio Carvalho: eitarcisio.contato@gmail.com
Cinema e Audiovisual – Instituto de Ciências das Artes
Universidade Federal do Pará
Resumo
A cor e, também a sua ausência, influenciam profundamente na percepção do telespectador em relação à interpretação do conteúdo cinematográfico. O som, por sua vez, pode constituir-se um elemento tão, ou mais, importante que a estética imagética na construção da mensagem fílmica. Este artigo visa abordar uma análise sobre a estética imagética das cores em relação com a estética sonora e silenciosa no cinema, buscando compreender a projeção sinestésica que essa relação causa ao telespectador. Aborda-se como exemplo os filmes: Psicose (Psycho, A. Hitchcock, 1960); Psicose (Psycho, G. V.
Sant, 1998); Vidas Secas (N. P. Santos, 1963); Crepúsculo (Twilight, S. Meyer, 2008); e o seriado norte-americano Hemlock Grove (Eli Roth, 2013). É tomado em consideração os padrões estéticos dos gêneros fílmicos como base, para fomentar a discursão acerca do assunto.
Palavras Chave: estética imagética das cores, estética sonora no cinema, estética silenciosa no cinema, sinestesia, cor e som.
Abstract
The color and also its absence, have deep influence the perception of the viewer in relation to the interpretation of film content. The sound, in turn, can be constituted as an equal element, or more important than the aesthetic imagetic at construction of film message. This article aims to address an analysis of the imagetic aesthetic of colors in relation to noise and aesthetics in the silent film, trying to understand the synesthetic projection that relationship causes in the viewer. We discuss as an example the movies:
Psycho (Psycho, A. Hitchcock, 1960); Psycho (Psycho, G. V. Sant, 1998); Barren Lives
(N. P. Santos, 1963); Twilight (Twilight, S. Meyer, 2008); and an American serie