VITAMINAS E MINERAIS
Na prevenção de doenças crônicas
Baixo consumo de vitaminas antioxidantes: • A baixa ingestão de vitaminas antioxidantes entre adultos brasileiros contribuíram para uma maior prevalência de obesidade, sobrepeso, obesidade abdominal, intra-abdominal ou central e outras doenças crônicas não transmissíveis, especialmente a obesidade efeito sanfona por descontrole, bem como uma maior deficiência de micronutrientes e altas taxas de mortalidade, especialmente aqueles relacionados à doença cardiovascular.
• O Brasil está passando por uma transição nutricional. Antes o problema nutricional era a desnutrição, hoje estes números aumentaram muito para os casos de obesidade.
• As vitaminas A, C, E, e os minerais zinco e selênio são responsáveis pela menor oxidação celular e molecular. O estresse oxidativo é um distúrbio do estado de equilíbrio do sistema pró-oxidantes / antioxidantes em células intactas, com conseqüentes danos a lipídeos, proteínas, carboidratos e ácidos nucléicos, levando à morte celular.
• A ingestão de alimentos ricos em antioxidantes está relacionada a uma menor formação dos radicais livres, prevenindo a ocorrência de doenças crônicas não transmissíveis como a obesidade, diabetes, hipertensão, AVC (acidente vascular cerebral), aterosclerose e dislipidemia.
• O aumento da obesidade e o efeito sanfona assim como doenças crônicas associadas têm sido relacionados a um aumento na ingestão de calorias derivadas da escolha de dietas desequilibradas, ingestão de alimentos com alta densidade energética rica em gorduras e carboidratos, bem como um aumento progressivo nas porções de alimentos.
• Deve-se ressaltar que a maior ingestão de alimentos e de calorias por indivíduos obesos não está necessariamente associada ao consumo de alimentos que são fonte de micronutrientes.
Em geral, há uma ingestão insuficiente de fontes de vitaminas e mineral, que, no longo prazo, pode aumentar o risco do desenvolvimento ou agravamento de distúrbios