Um otimo trabalho
CURSO DE BIOLOGIA
CLASSIFICAÇ‹O DOS SERES VIVOS
AULA 001
Desde o tempo dos grandes filósofos, como Aristóteles, havia a preocupação de se dar nomes aos seres vivos, e de reuni-los em grupos que facilitassem o estudo. Da mesma forma, a fim se sanar enormes dificuldades decorrentes de denominações arbitrárias dadas pelos diferentes autores ao descrever nova espécie, foram criadas as regras de nomenclatura zoológica, que hoje são aceitas em todos os países. Escolheram os zoólogos a décima edição do Systema Naturae de Karl Von Linneé, um naturalista sueco que pela primeira vez, criou regras para dar nomes aos seres vivos. Essa edição do livro de Lineu, publicada em 1758, serviu de base e ponto de partida para a nomenclatura binária. Abaixo, relacionamos as principais regras utilizadas na Taxonomia: 1. Todo nome científico deve ser escrito em latim ou ser latinizado. O uso do latim deriva do fato de ser uma língua morta e dessa forma não sofrer alteração com o tempo. Ex.: Canis aureus (chacal). 2. Todo animal deve possuir no mínimo dois nomes (nomenclatura binomial): o primeiro refere-se ao gênero e o segundo à espécie. 3. O gênero é designado por um substantivo, o qual é escrito com inicial maiúscula. 4. A espécie é designada por um adjetivo, o qual é escrito com inicial minúscula. Ex.: Anopheles darlingi 5. Anopheles refere-se ao gênero e darlingi refere-se à espécie 6. O nome científico (gênero e espécie) deve ser grifado ou escrito com tipo itálico ou em negrito. Ex.: Crotalus terrificus (cascavel) Pediculus humanus (piolho) Canis lupus (lobo)
DEGRAUS DE CLASSIFICAÇÃO
Dentre o grande grupo representado pelos animais por exemplo, pode-se fazer uma série de divisões em grupos cada vez menores, desde reino até espécie. Os degraus taxonômicos apresentados por Lineu são os seguintes, tendo como exemplo o cachorro doméstico: