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A tentativa da Alemanha de hegemonia na Europa (1914-1918) Em um primeiro momento o autor neste capítulo trata de caracterizar todos os aspectos da Alemanha na virada do século XIX e no início do século XX, e salienta alguns pontos que logo menos iria desencadear na Primeira Guerra Mundial. Segundo Keylor, o período de 1914 a 1945 é frequentemente designado de a Guerra dos Trinta Anos do Século XX. Os vinte anos de trégua entre as duas guerra serviu para explorar as animosidades entre os países beligerantes que foram o pavio para a Segunda Guerra Mundial. A Alemanha Imperial foi o país central no conflito, que naquele momento era avançada economicamente e militarmente poderosa, sua política se resumiu a dominação geográfica da sua região, as outras potências por outro lado agiam de modo a prevenir essa dominação através de pressões diplomáticas no período de paz e de força militar em tempos de guerra. Os recentes estudos demonstram que a França vingativa, o Imperialismo Russo, a duplicidade Britânica, ou a combinação dos três podem ter levado a Alemanha à busca pela hegemonia que se deu no início do verão de 1914. Resultante da Primeira Grande Guerra os alemães passaram uma imagem de cruéis para o resto da Europa marcado pelos seus capacetes de espinhos e suas botas de cano alto, que as agências de propaganda de guerra dos Aliados espalhavam. Porém com a derrota na guerra trataram de mudar essa imagem até o início da Republica Alemã em 1918. Que após a derrota passou a defender o discurso de paz entre as nações e a busca de defesa de seus próprios interesses para se precaver dos interesses predatórios das outras potências. Essa nova linha de atuação externa foi estudada por historiadores que chamaram a atenção para a guerra grandiosa e expansionista visada do governo imperial alemão e seus defensores internos. O líder dessa escola de historiadores, o professor Fritz Fischer foi capaz de demonstrar através de sua