Tibete
O Tibete existe como uma região unificada desde o século 7. Segundo o escritório norte americano do governo no exilio. As fronteiras da região foram formadas em um acordo formal de paz com a China entre os anos 821 e 823.
No século 13 o líder mongol Genghis Khan estabeleceu o domínio da China até a Europa, assim os lideres tibetanos firmaram um acordo para manter uma certa autonomia: eles prometeram lealdade em troca de proteção. Mesmos com as conquistas do líder mongol e de filho Kublai Khan que estabeleceu a dinastia Yuan (1279-1368) após conquistar a China, o território tibetano nunca fez parte da China.
Antes de a China recuperar sua independência, o laço politico com o governo Yuan foi rompido em 1350 e não manteve laços com o governo da dinastia Ming (1386-1644). Os imperadores da dinastia Qing (1644-1911) junto com os dalai-lamas realizaram uma ligação religiosa, em troca de proteção se tornaram guias espirituais do imperador chinês, segundo o órgão isso não afetaria a independência do Tibete.
O governo chinês continua afirmar sua autoridade sobre o Tibete mesmo sem influencia. Em 1910 o Exercito imperial chinês ocupou a capital tibetana, mas com a derrubada do império e a revolução em 1911, o exercito chinês se rendeu as forças tibetanas e foram repatriados.
O dalai-lama então reafirmou a independência do país. Entre 1911 e 1950, o Tibete conseguiu manter o status de país independente durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) o Tibete permaneceu neutro, apesar das pressões de EUA, Reino Unido e China para permitir a passagem de matérias-primas pela região. Entre 1911 e 1950, o Tibete conseguiu manter o status de país independente durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) o Tibete permaneceu neutro, apesar das pressões de EUA, Reino Unido e China para permitir a passagem de matérias-primas pela região. Em 1950 a China foi tomada pelo partido Comunista chinesa. Com a morte do 13º Dalai Lama em 1933 o Tibet sofreu o maior