tecnicas ludoterápicas
ASINTESE
Agnes Viviane da Silva
PSICOPEDAGOGIA LUDOTERÁPICA
Professora Carmem Rodrigues da Costa
SANTO ÂNGELO
2008
INTRODUÇÃO
Numa perspectiva de educação que considera a criança como sujeito social que possui múltiplas dimensões e que estas, precisam ser evidenciadas nos espaços educativos voltados para a infância, as atividades ou os objetos de trabalho não deveriam ser compartimentados A questão não está no fato de vários profissionais atuarem no currículo, o problema está nas concepções de trabalho pedagógico destes/as profissionais que, geralmente, fragmentam as funções de uns e outros, isolando-se em seus próprios campos.
A vivência em espaços coletivos com outras crianças e adultos possibilita aos meninos e meninas e mesmo aos adultos, a ampliação de seus conhecimentos em inúmeras dimensões como a ética, estética, corporal, simétrica, sensível, oral, escrita, artística, rítmica entre outras. Por estas razões, a brincadeira, sendo concebida como eixo principal do trabalho e como linguagem característica das crianças pequenas, perpassa todos os momentos do trabalho pedagógico e não deve ser utilizada de maneira funcionalista, como uma atividade que “serve para alguma coisa pré-definida”. É preciso encarar que, para as crianças, a brincadeira serve, simplesmente, para que a ela brinque. Brincar de diferentes formas; construir brinquedos; brincar em diferentes espaços; utilizar objetos culturais durantes as brincadeiras alterando-os pela imaginação ou pela ação transformadora em brinquedos; favorecer a imaginação e a criação de múltiplas formas de brincar; discutir as regras das brincadeiras e a ocupação dos espaços; alternar constantemente os espaços onde as crianças brincam; favorecer a linguagem oral e expressiva durante as brincadeiras; exercitar a observação do espaço onde as crianças circulam; recriar os