sociologia
ALUNO: MARCEL LIMA
CURSO: EDUCAÇÃO FÍSICA
PROFESSOR: JOÃO LUIZ
TURMA:F
DATA:18/10/2013
FUNDAMENTOS SOCIOLÓGICOS Antes de partirmos para a discussão específica em torno da volta da Sociologia aos currículos escolares brasileiros e fazermos essa contextualização histórica para pensarmos nas implicações atuais desse acontecimento, torna-se relevante trazer a ideia de um dos principais sociólogos que em muito ajudou a pensar as relações da educação com a sociedade (e vice-versa). Sabemos que a questão, na prática, não é bem assim. E com o retorno da Sociologia aos currículos escolares, quem sabe a escola poderá impactar de maneira positiva nessa “herança cultural” do ponto de vista sociológico, fazendo seu papel de formar sujeitos mais críticos e esclarecidos, ou, no mínimo, um pouco mais conscientes e questionadores de suas realidades. A Sociologia ainda não conseguiu se impor como uma necessidade frente aos demais conteúdos, principalmente porque ela se insere na parte diversificada, cedendo espaço para as disciplinas do currículo básico comum. A carga a ela destinada é insuficiente para cumprir as metas e objetivos propostos. Não possui um quadro de professores especializados, sendo, na maioria das vezes, ministrada por profissionais de outras áreas. A ausência de tradição de trabalho com o ensino de Sociologia nas escolas, o desconhecimento sobre o sentido e a finalidade da disciplina na grade curricular e sua consequente desvalorização, tanto pelas direções das escolas e pelo seu coletivo de professores, como pelos alunos, obstaculizam a criação e a consolidação de espaços de reflexão sociológica que promovam mediações significativas entre os estudantes e o conhecimento científico da vida social. Essa ainda frágil presença disciplinar da Sociologia nas escolas catarinenses revela-se também nas debilidades formativas dos seus professores. Apesar da medida que tornou obrigatória sua adoção na grade