SISTEMA PRISIONAL
AUTOS Nº 2014.78954231
JOSÉ FÁBIO LINS E RÊGO, já devidamente qualificado nos autos da ação de Investigação de paternidade, nesta por intermédio de seu (sua) advogado(a) e bastante procurador(a) (procuração em anexo - doc. 01 vem mui respeitosamente à presença de Vossa Excelência apresentar
CONTESTAÇÃO
à AÇÃO DE INVESTIGAÇÃO DE PATERNIDADE, movida por E.A.F, brasileiro (a), menor, representado por sua mãe SRª MARIA LUCIA ALBUQUERQUE FIGUEROA, qualificada nos autos deste processo, pelos motivos de fato e de direito a seguir aduzidos.
DOS FATOS
Comparece em juízo a SRª MARIA LUCIA ALBUQUERQUE FIGUEROA, representando O menor E.A.F, propondo a supra citada ação de investigação de paternidade, alegando que durante um longo período, a mãe do requerente manteve um relacionamento amoroso com o Requerido". Prossegue afirmando que "decorridos certo tempo, em virtude do relacionamento entre ambos, ocorreu a concepção do requerente, sendo que o Requerido ao tomar conhecimento do fato, afastou-se da mesma."
Procura a autora caracterizar o ora contestante como "pai desnaturado" que abandona o próprio filho. Trata-se, Meritíssimo, a bem de ver, de uma empreitada judicial aventureira. O réu é, na verdade, um homem simples, que está se vendo processar, com riscos de uma condenação de efeitos graves e sérios, para o resto de sua vida.
A mãe do requerente afirma ter mantido naquele período um relacionamento em que "foi sua companheira exclusiva, honesta e recatada, conforme restará provado pelo depoimento de seus vizinhos daquela cidade, arrolados como testemunhas."
O contestante chegou a conhecer a mãe da requerente, de vez que a mesma era conhecida por muita gente da cidade de CAJAZEIRAS. Logo, tratava-se de moça de certos predicados de beleza física.
Essa beleza física da mãe do requerente contrasta com a simplicidade do réu que, como