O Assistente Social é o profissional que atua nas expressões da questão social, observando as particularidades e especificidades locais, tendo como parâmetro o contexto social e institucional onde está inserido. A atuação profissional dos assistentes Sociais ocorre em diversas instituições, sejam de natureza pública, privada ou do terceiro setor, tais como prefeituras, hospitais, associações de moradores, empresas, juizados, sindicatos, entidades patronais de serviço social, tais como: assistência social pública, movimentos sociais populares, secretarias de saúde, hospitais, clínicas, ambulatórios, maternidades, prontos socorros, juizado da infância e juventude, abrigos, escolas públicas e particulares, secretarias de segurança pública, delegacias, forças armadas, penitenciárias, tribunais de justiça, ensino e pesquisa. Emprego publico Pesquisa realizada em 2005 pelo CFESS mostra que mais de 80% dos então 74 mil assistentes sociais com registro no conselho estavam empregados em postos do poder público; de 6% a 7% nas Organizações Não-Governamentais (ONGs) - um campo de trabalho crescente -; e outros 10% nas empresas privadas, que também estão ampliando as vagas no setor em função da adoção de políticas de sustentabilidade, que envolvem ações de responsabilidade social. O assistente social é, portanto, basicamente um funcionário público que é assim que deve ser. É garantir o cumprimento dos direitos do cidadão, conscientizá-lo desses direitos e ajudá-los a se organizar coletivamente. Portanto, o campo de trabalho sempre estará centrado no poder público. Esta realidade leva o Serviço Social a procurar novos rumos, ou seja, o Assistente Social tem que ultrapassar as tarefas terminais burocráticas trazendo para si maiores responsabilidades, através da criação e otimização de novas propostas de atuação que traga respostas concretas às demandas onde o Assistente Social deve ser um profissional propositor e não só executor. Se bem a maioria dos assistentes sociais