saidas de emergenciA
Segundo (Camillo, 2013, p. 113) definem-se saída de emergência como caminhos contínuos, sinalizados e protegidos, que são utilizados em caso de incêndios ou emergências para a retirada de todos os ocupantes de uma edificação, de forma rápida e segura, até atingir a via pública ou um local seguro.
A saída de emergência compreende acessos, rotas de saídas horizontais, escadas ou rampas, descarga.
Ao falar de saída de emergência, é pensado imediatamente em locais com passagens livres, fácil acesso e boa iluminação, para que permita a evacuação da forma mais segura possível, mas essa realidade ainda está longe do adequado, ou pelo menos aceitável. Por isso a NR – 23: proteção contra incêndios, junto com a NBR- 9077/2001 dispõem de várias obrigações que as edificações devem possuir, veja a seguir:
Os locais de trabalho deverão dispor de saídas, em número suficiente e dispostas, de modo que aqueles que se encontrem nesses locais possam abandoná-los com rapidez e segurança, em caso de emergência.
A largura mínima das aberturas de saída deverá ser de 1,20m (um metro e vinte centímetros).
O sentido de abertura da porta não poderá ser para o interior do local de trabalho.
Devem ser sinalizadas e iluminadas com indicação clara do sentido da saída.
Os acessos devem permanecer livres de quaisquer obstáculos, tais como móveis, divisórias móveis, locais para exposição de mercadorias, e outros, de forma permanente, mesmo quando o prédio esteja supostamente fora de uso.
As saídas devem ser dispostas de tal forma que, entre elas e qualquer local de trabalho, não se tenha de percorrer distância maior que 15m (quinze metros) nos de risco grande e 30m (trinta metros) de risco médio ou pequeno.
Todas as saídas de emergências devem ser obrigatoriamente sinalizadas.
É importante enfatizar que embora as maiorias das normas refiram-se a “local de trabalho”, essas obrigatoriedades se dão a qualquer edifício/ambiente que comporte grande número de pessoas,