Resenha Modelo
Fazer universidade: Uma proposta metodológica
João Francisco Pretto Fachinetto1
O segundo capítulo do livro Fazer universidade: uma proposta metodológica, escrita por Cipriano, Carlos Luckesi...(et al.) publicada pela Editora CORTEZ em 1986, é dividida em 3 partes, a 1ª A universidade através da história, a 2ª A universidade que não queremos e a 3ª A universidade que queremos. Na 1ª parte é falado que na Antiguidade Clássica, já existiam escolas consideradas de alto nível, onde formavam especialistas de boa classificação em medicina, filosofia, retórica, direito. Os discípulos deveriam aprender do mestre ou professor, o conhecimento passado e depois fazer exatamente oque aprenderá. Na idade média no séc. XI e XV criou-se a “universidade” onde resultou uma ação política - religiosa para que houve-se uma formação básica em todas as áreas, além disso, a ortodoxia tinha que ser como a igreja queria, seria a última opinião. Na idade moderna no séc. XVI houve a reforma e a contra-reforma onde teve a diversificação de burgueses, no séc. XVIII teve-se o iluminismo que se caracterizou-se como o séc. das luzes o séc. da razão, no séc. XIX teve-se a Revolução Industrial onde Berlim tinha como características ser positivista, utilitarismo e pragmático para poder se profissionalizar nas transformações. Em 1900 houve chega ao Brasil, o ensino superior em forma de Faculdade ou Escola Superior. Em 1930 houve a fusão de três ou mais faculdades, assim se podia legalmente chamar de universidade. Em 1935 Anísio Teixeira um dos principais teóricos tem como centro de debates “livres de ideias”, mas em 1937 se teve a chegada da ditadura Vargas onde se caiu por terra este sonho. Na 2ª parte não queremos uma universidade escola, queremos uma universidade que ofereça condições, não queremos que haja repetição e sim entendimento e memorização e não repetir o que é falado. Se você não pode criar criticas de um assunto apenas ouvir e repetir o mesmo assunto, a universidade