Religião 6º ao 9º
Cargo: Professor do 6º ao 9º Ano – Ensino Religioso / Nível Superior CONHECIMENTOS DE LÍNGUA PORTUGUESA
QUESTÃO 01
TEXTO 1 Caruaru: ontem e hoje
O Texto 1 é mais bem caracterizado como do tipo: Sempre na rua da Matriz, na calçada do Café Expresso, ao lado da banca de Chico Relojoeiro. É ali que a "meninada" se encontra para conversar sobre coisas do presente e do passado. A grandeza de Caruaru, o seu desenvolvimento social, cultural e econômico, atraindo as atenções de outros mundos – tudo isso é comentado alegremente pelos que aqui nasceram e pelos que amam a sua terrinha natal; e também pelos que, vindos de outras plagas, aqui suspiram melhores ventos. Alguns dos comentaristas da rua da Matriz recordam os idos tempos em que as "viaturas" de transporte eram os jumentos-burros, jericos, jegues; os cavalos, as bestas-éguas. Para conduzir carvão, madeira, frutas, os lombos dos animais eram cobertos com cangalhas. Na cidade, as carroças eram puxadas pelos cavalos. Os habitantes mais "ricos" da zona rural viajavam montados nos cavalos, sobre selas, com estribo, para firmeza dos pés. O combustível desses veículos era (e ainda é) o capim. Esporeando a barriga dos veículos, a velocidade aumentava. As mulheres também viajavam com os seus maridos, no mesmo animal, sentadas na parte traseira da sela (mas não escanchadas, com fazem atualmente as mocinhas nas motos). Os grandes "veículos" – carroças puxadas por animais – transportavam as cargas maiores, mais pesadas. Paulo Lopes Magalhães (conhecido pelo cognome de "Paulo Belo") era dono de muitos jumentos, que ele guardava em um cercado na rua São Sebastião. A lavagem (banho) dos animais era feita no rio Ipojuca, que arrojava as grandes enchentes, todos os anos. Hoje, o Ipojuca está morto, fedorento, desprezado. Os "garotos" (José Bento Alves, Avenor Lopes, Paulo Torres, Eliécio, Chico Relojoeiro e muitos outros) divertem-se, relembrando aquele passado