Preconceito sobre mulher
Apesar das mulheres terem conquistado espaço no mercado de trabalho, o preconceito não deixou de existir. Ainda existem diferenças salariais mesmo ocupando cargos semelhantes a dos homens. A inserção das mulheres com escolaridade superior no mercado de trabalho também cresceu, no Brasil as mulheres são 44% do mercado de trabalho, e há muito tempo é maioria nos cursos universitários.
Contudo, ganham 71% a menos do que os homens ganham e têm mais dificuldade de ascensão nas empresas. Segundo o Boletim Mulher & Trabalho, pela Fundação Seade e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a participação da mulher no mercado de trabalho na região metropolitana de São Paulo, passou de 55,9% em 2009, para 56,2% no ano passado, mas o salário delas corresponde apenas 75,5% do que os homens recebem pelo desempenho da mesma função.
A vida profissional compartilhada com as mulheres tem se revelado mais ativa, mais colorida e mais interessante. Esse intercâmbio de conhecimentos e sensibilidades tem se mostrado proveitoso para ambas as partes. Troca-se razão por criatividade, matemática por poesia, disciplina por afetividade. E vice-versa. Reafirmo a necessidade de aprendizado permanente e as mulheres são boas professoras por natureza. Enfim, diria que não importa o sexo ou a opção sexual. Quem aspira a uma carreira de sucesso tem que assumir, de agora em diante, um perfil mais feminino. E este conselho vale também para as mulheres que ainda não descobriram suas próprias virtudes.
Outro tipo de preconceito:
Já no esporte, as mulheres atletas sempre tiveram de encarar o preconceito social de dois tipos: primeiro, que suas diferenças físicas as faziam muito menos competentes para o esporte do que os homens; e, segundo, que a prática esportiva as masculinizava. Portanto, ainda hoje, apesar de todas as lutas e conquistas, as mulheres atletas são obrigadas a tomar o cuidado necessário para