pequi
Divisão: Magnoliophyta (Angiospermae)
Classe: Magnoliopdida (Dicotiledonae)
Ordem: Guttiferales
Família: Caryocaraceae
Nome Científico: Caryocar brasiliense Camb.
Nomes Populares: Pequi (MG, SP); Piqui (MT); Piquiá-bravo; Amêndoa-de-espinho, Grão-pequiá; Pequiá-pedra; Pequerim; Suari; Piquiá.
Ocorrência: Cerradão Distrófico e Mesotrófico, Cerrado Denso, Cerrado, Cerrado Ralo e Mata Seca.
Distribuição: Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rio de Janeiro, São Paulo, Tocantins.
Carcteristicas fisicas
Sua coleta ocorre geralmente entre os meses de outubro e janeiro, sendo que a enxertia, que é a união dos tecidos de duas plantas, é feita de outubro a março.
Características e utilidades
• Raiz: usada para matar peixes, pois é tóxica.
• Madeira: macia, resistente e de boa durabilidade, sendo usada na construção naval, construção civil e obras de arte. Sabões caseiros também são produzidos a partir de suas cinzas.
• Folhas: formada por três folíolos ovais (que podem medir até 20 cm) recobertos com pêlos curtos, sendo usada para a produção de adstringentes.
• Flores: possuem cinco pétalas brancas e grandes, que florescem durante os meses de agosto a novembro e chegam a até 8 cm de diâmetro.
• Fruto: é formado por sementes redondas e oleaginosas, que são envoltas pela polpa alaranjada e rica em óleo. Seu caroço é formado por uma fina camada de espinhos e, mais internamente, contém uma amêndoa bastante oleosa de cor branca. Produz um óleo utilizado no preparo de arroz e carnes, contendo proteínas, açúcares e vitaminas A, tiamina, sais de cálcio, ferro e cobre. Os frutos ficam maduros de setembro a fevereiro, sendo que cada planta fornece, em média, 6.000 frutos por ano. Eles são comestíveis e servem para a extração de óleo, constituído por triglicerídeos que podem ser empregados na produção de biodiesel.
• Sementes: possuem propriedades aromáticas, sendo usadas na produção de