monitorização pos-cirurgica
Veterinário
Sara Gil, Ângela Martins 1
1 – Hospital Veterinário da Arrábida
Autor apresentador: sara.i.silva.gil@gmail.com
O paciente crítico é considerado o paciente que tem presente ou possibilidade de obter alterações hemodinâmicas que podem provocar a morte deste. O papel do
Enfermeiro veterinário reside na monitorização de sinais vitais de modo a encontrar o equilíbrio hemodinâmico.
Neste trabalho resumimos todos os parâmetros vitais que devem ser observados pelo
E.V., sendo estes:
a) Frequência respiratória (FR), assim como ritmo e intensidade de ventilação, de modo a diagnosticar situações de taquipneia e bradipneia;
b) Frequência cardíaca (FC), assim como os sons cardíacos, o ritmo e a associação com o pulso periférico, de modo a diagnosticar situações de arritmia, como bradicardia, taquicardia, arritmia sinusal, fibrilação atrial, taquicardia supraventricular, taquicardia ventricular, bloqueio átrio-ventricular , de 1º, 2º e 3º grau e fibrilação ventricular;
c) Pulso periférico + MM + TRC, são parâmetros de perfusão sanguínea, assim como a PAM, que não deve ser inferior a 65 mmHg;
d) Estado de consciência, identificando estados deprimidos, estupor e coma;
e) Temperatura corporal;
f) Dor, segundo a associação americana American Hospital Association, a dor é considerada o 4º sinal vital, em conjunto com a temperatura, pulso e a respiração; g) Débito urinário, permitindo diagnosticar situações de oligúria e anúria.
No trabalho aplicamos as regras de monitorização em 10 pacientes que se apresentaram á triagem em choque hipovolémico, tendo sido identificados com
pulseira amarela indicativo de um processo muito urgente, necessitando ser observado pelo médico veterinário em 15 minutos de modo a obter uma estabilização, sendo de seguida realizado uma esplenectomia de emergência. Descrevemos metodicamente o tratamento das ocorrências pós-cirúrgicas nestes pacientes