Medici
Além do combate violento, havia também a censura. Durante a ditadura, foi grande a censura sob as produções culturais que contrariavam as formas militares. Os órgãos responsáveis por ela, durante o regime, eram a comando pela Secretaria Nacional de Informação e pela Divisão de Censura de Diversões Públicas. Para aprovar a letra de uma música, por exemplo, era necessário enviá-la para a Divisão de Censura de Diversões Públicas e se não fosse liberada pelo órgão, a gravadora poderia abrir um recurso a ser julgado pelos censores, que ficavam em Brasília. Eles analisavam como eram tratados os bons costumes e a crítica política contra o regime militar.
No ano de 1968 o Conselho Superior de Censura com a sua função de coordenar as ações dos secretários de censura espalhados pelo país. Começam a vazar informações para órgãos dos direitos humanamos internacionais, era, portanto com urgência a intervenção de toda e qualquer informação de acontecimentos que possam causar qualquer tipo de protesto da opinião pública internacional e a divagação de noticias indesejável.
Aonde também foram criados tribunais de censura, com o objetivo de julgar superficialmente órgãos de comunicação que acaso que fraudavam a ordem estabelecida, com o seu rápido fechamento em caso de necessidade institucional.
Em janeiro de 1969, Mário Covas e mais 42 deputados foram pegos, e diversos aparelhos comunistas foram estourados. Informados pelas forças de repressão, lamentavelmente devido à sua atitude armada as forças de seguranças, os “extremistas” não sobreviveram.
NO dia 25 de janeiro de 1969, Carlos Lamarca, capitão do Exercito Brasileiro, fugiu do quarto regimento de infantaria levando com ele