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Política monetária fiscal e cambial no Brasil no período de 2003 a 2010 e perspectivas para 2011 e 2012
Natália Regina de Oliveira
Abril 2011
Sumário
1. Política cambial no Brasil 2 2. Política monetária no Brasil 4 3. Política fiscal no Brasil 6
Sumário de gráficos Gráfico 1 – Taxa de cambio 3 Gráfico 2 - Inflação - Metas x Real 4 Gráfico 3 - Taxa de Juros - Selic 5 Gráfico 4 - Dívida Interna 6
1. Política cambial no Brasil
Atualmente o Brasil utiliza como moeda o Real. O Plano Real foi implantado pelo ex-presidente Itamar Franco em 1994, no intuito de controlar a hiperinflação que o país vinha sofrendo que chegou ao patamar de 5.200%.
Nesse período, o Governo tomou algumas medidas para estabilização da economia, como segue:
• Desindexação da economia: os ajustes de preços e valores passaram as ser a anualizados e obedeciam as planilhas de custo e de produção;
• Privatizações: vendas de estatais eliminando a obrigação do Estado de financiar as mesmas;
• Equilíbrio Fiscal: corte das despesas e aumento dos impostos federais;
• Abertura econômica: redução das tarifas de importação e facilitação da prestação de serviços internacionais;
• Contingenciamento: manutenção do câmbio artificialmente valorizado, câmbio fixo;
• Políticas monetárias restritivas: aumento da taxa básica de juros e da taxa de depósito compulsório dos bancos.
Como mencionado, nesse período, como medida de estabilização econômica, o cambio utilizado era o Cambio Fixo (ancora cambial), ou seja, o Banco Central (BACEN) é quem determinava o valor da moeda. Porém, em meados em 1999, o Banco Central não conseguiu controlar um ataque especulativo a moeda brasileira, e foi obrigado a modificar o regime cambial para cambio flutuante. No regime flutuante, deixa de existir o controle do Banco Central no valor da moeda, passando o mesmo a ser determinado pelo mercado.
A partir daí, o país passa a contar com a política fiscal e