Desenvolvimento e Avaliação da Aceitação de um Produto Alimentício
Alimentício
1. INTRODUÇÃO
A crescente demanda da sociedade por informações confiáveis acerca dos produtos exige esforço do governo e do setor produtivo para implantação de uma efetiva rotulagem nutricional de alimentos (Manual de Orientação às Indústrias de Alimentos,
2005).
O consumidor obtém informação sobre os alimentos através do conhecimento da família, mídia, educação, publicidade e principalmente através dos rótulos, portanto, informações precisas e dispostas de forma adequada fornecem ao fabricante e seu produto, maior credibilidade. (Godoy et al, 2008)
A evolução em termos de legislação no Brasil foi motivada pela necessidade de adequação aos parâmetros internacionais pelo novo perfil de consumidor, cada vez mais exigente. Desta forma, os rótulos passaram a ser instrumento de uma estratégia educativa com o objetivo de informar e de facilitar a escolha de alimentos mais benéficos a partir de informações claras e confiáveis ao consumidor, buscando também uma maior promoção da saúde (ANVISA – MS, 2011).
A rotulagem dos alimentos, ao orientar o consumidor sobre a qualidade e a quantidade dos constituintes nutricionais dos produtos, pode promover escolhas alimentares apropriadas, sendo indispensável, no entanto, a fidedignidade das informações. Com o avanço da tecnologia de alimentos e maior oferta de produtos alimentícios no mercado, há maior variabilidade e opções de alimentos que podem tornar a rotina alimentar da população mais variada (Braga et al, 2008).
É nesse contexto que o profissional de saúde deve ser capaz de fazer o melhor uso possível de toda tecnologia e informação disponíveis em prol da saúde e bem estar da população; em especial àqueles indivíduos que sofrem de doenças crônicas e autoimunes.
Neste estudo, destacaremos a intolerância à lactose e a doença celíaca, uma vez que ambas provocam a monotonia alimentar desse grupo de indivíduos.
A intolerância à